Reserva no Amazonas zera desmatamento

A RDS ( Reserva de Desenvolvimento Sustentável site) do Juma que fica a beira das margens da BR-319, localizada no Amazonas, pode ser considerada uma reserva modelo para o país e também para todo o mundo.

Além de conseguir zerar o desmatamento, seu projeto que foi desenvolvido na área vem promovido uma grande geração de renda e também a defesa da floresta por toda a comunidade local.

Sendo vista em contramão de espalhar o desmatamento, a reserva consegue vir registrando nos últimos anos uma grande redução na taxa de desmatamento. Contendo sempre dados atualizados no governo federal é possível ver que desde 2015 não se tem registro de devastação.

A redução que se consegue ser atribuída à implementação na área que foi feita em 2008, consegue ter uma excelente taxa de redução de emissão de gases de efeito estufa que são provenientes de toda essa devastação desenfreada que vinha acontecendo durante muito tempo.

Nesse mesmo ano foi implantada uma inciativa que foi idealizada pela ONG de Fundação Amazonas Sustentável, sendo a primeira no país e também no continente americano que recebeu um certificado internacional por ter o desmatamento evitado durante todo esse tempo de trabalha árduo. Obrigado por ler o artigo do nosso site até aqui.

No dia 05 de setembro é comemorado o Dia da Amazônia, foi comentado sobre o que foi desenvolvido em vários estudos. Foi constatado também que se nada fosse feito no período de 2008 até 2050, que é o nosso cenário, seriam devastados mais de 65% da área e isso geraria a emissão de 189 milhões de toneladas de dióxido de carbono.

Esse desenho foi feito com base em três eixos para conseguir tratas os vetores do desmatamento, primeiro um investimento estruturante em geração de toda a renda, além de programas comunitários e a geração de novos empregos.

Já o segundo investimento foi criado visando à capacitação e também a formação educacional para que não haja mais desmatamento. Por fim o terceiro desenvolvimento foi completamente cientifico e com fins para que tudo seja monitorado e controlado.

As empresas internacionais e nacionais apoiam as atividades que são voltadas para redução de desmatamento e também de emissões que acontecer na Reserva do Juma, que hoje pode ser considerado um mecanismo financeiro para gerar créditos de dióxido de carbono.

Atualmente pode-se constatar que o projeto beneficia 476 famílias, cerca de 2 mil pessoas, divididas em 38 comunidades em áreas remotas. Sendo assim todos recebem apoio para produção, principalmente castanha, pesca artesanal e também farinha e açaí. Além de receberem um pagamento por todos os serviços ambientas que são prestados, por meio de um programa que chama Bols Floresta, a fim de diminuir cada vez mais o desmatamento da reserva e de todas as outras matas que ainda estão em extinção.

Além de todos os investimentos que são direcionados para estruturação, existe também todo aquele que é voltado para as pessoas. A fundação crê muito que a conversação da floresta está totalmente ligada a pessoas que podem ser as guardiãs da floresta.

Sendo assim, com grandes oportunidades as pessoas passam a sonhar, com educação de qualidade, capacitação, infraestrutura que seja muito produtiva e transporte, as pessoas conseguem viver melhor sempre. Visando sempre quem vive melhor consegue fazer uma gestão muito melhor de todos esses recursos naturais

A Reserva do Juma, foi criada em 2006 pelo governo do Amazonas e é gerenciada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente. Ela está situada em uma área de alto risco de desmatamento, no município de Novo Aripuanã, a 227 quilômetros de Manaus.

A expectativa de todo esse projeto é conter até o ano de 2050 a emissão de aproximadamente 190 milhões de CO2, evitando também o desmatamento de 366 mil hectares da floresta.